Pular para o conteúdo

Mapa da bibliografia do concurso para Prático

Veja quais partes da bibliografia do Processo Seletivo para Praticante de Prático (PSCPP) estão cobertas por nossos cursos

Nossos cursos se baseiam na bibliografia do edital do Processo Seletivo para Praticante de Prático (PSCPP) divulgada pela Marinha em 2026. 

Para que você possa saber quais partes da bibliografia e dos assuntos da prova estão cobertas por cada um dos nossos cursos, veja o mapa a seguir.

I - MANOBRABILIDADE DO NAVIO

  1. CRENSHAW, Russell Sydnor. Naval shiphandling. 4. ed. Annapolis: U.S. Naval Institute, 1975. Chapter 2.

2. LEWIS, Edward V. Principles of naval architecture (PNA-R). 3. ed. Jersey City: SNAME, 1988-1989. VOLUME II. Chapter V – Resistance – Sections 1, 3, 4 e 5

2. LEWIS, Edward V. Principles of naval architecture (PNA-P). 3. ed. Jersey City: SNAME, 1988-1989. VOLUME II. Chapter VI – Propulsion– Sections 1, 2, 4, 6, 7, 10

2. LEWIS, Edward V. Principles of naval architecture (PNA-C). 3. ed. Jersey City: SNAME, 1988-1989. VOLUME III. Chapter IX – Controllability – Sections 1,3,4,5,6,10,12, 13 e 14

3. LARSSON, Lars; RAVEN, Hoyteção C. Ship resistance and flow. PAULLING, J. Randolph (ed.). Jersey City: The Society of Naval Architects and Marine Engineers, 2010. Chapter 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8.

4. BERTRAM, Volker. Practical ship hydrodynamics. 2. ed. Oxford: Elsevier, 2012. Chapter 2, 3.

5. BERTRAM, Volker. Practical ship hydrodynamics. 2. ed. Oxford: Elsevier, 2012. Chapter 6.

6. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Explanatory notes to the standards for ship manoeuvrability. London: IMO, 2002. MSC/Circ.1053, 16 Dec. 2002. Chapter 1, 2, 3.

7. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Standards for ship manoeuvrability. London: IMO, 2002. Resolution MSC.137(76), adopted on 4 Dec. 2002. Annex 6, Itens 1, 2, 3, 4, 5, 6.

8. SANTOS, Edson Mesquita dos. A manobrabilidade do navio no século 21. 1. ed. Riode Janeiro: CONAPRA, 2021. Capítulos 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 11.

9. SANTOS, Edson Mesquita dos. Princípios de hidrodinâmica e ação das ondas sobre o movimento do navio. 1. ed. Rio de Janeiro: CONAPRA, 2021. Capítulos 3, 4.

10. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Revised guidance to the master for avoiding dangerous situations in adverse weather and sea conditions. London: IMO, 2007. MSC.1/Circ.1228, 11 Jan. 2007. Seções 1, 3, 4.

11. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Provision and display of manoeuvring information on board ships. London: IMO, 1987. Resolution A.601(15), adopted on 19 Nov. 1987.

II - ARTE NAVAL

1.FONSECA, Maurílio M. Arte Naval. v. 1. 8. ed. Rio de Janeiro: Marinha do Brasil, 2019. Capítulo 1, 2, 3, 8, 9, 10, 11.

1.FONSECA, Maurílio M. Arte Naval. v. 1. 8. ed. Rio de Janeiro: Marinha do Brasil, 2019. Capítulo 12.

2. MacELREVEY, Daniel H. Shiphandling for the Mariner. 4. ed. Centreville: Cornell Maritime Press, 2004.

3. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. International Convention for the Safety of Life at Sea (SOLAS), 1974, as amended. Regulation V/23.3.3. London: IMO, 1974.

4. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Unified interpretation of SOLAS regulation V/23.3.3 on pilot transfer arrangements. London: IMO, 2019. MSC.1/Circ.1495/Rev.1.

5. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Required pilot transfer arrangements. London: IMO, 2012. MSC.1/Circ.1428.

6. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Pilot transfer arrangements. London: IMO, 2011. Resolution A.1045(27), adopted on 30 Nov. 2011.

7. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Amendments to the recommendation on pilot transfer arrangements (resolution A.1045(27)). London: IMO, 2015. Resolution A.1108(29), adopted on 2 Dec. 2015.

8. NAYAK, Santosha K. Theory and practices of marine pilotage. [S.l.]: Amazon Digital Services LLC – KDP Print US, 2020. Chapters 3, 4, 13, 14, 15, 15, 17, 18, 19.

9. HENSEN, Henk. Tug Use in Port: A Practical Guide. 4. ed. Rotterdam: STC Publishing,2021. Chapters 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 9.

10. HENSEN, Henk; VAN DER LAAN, Markus. Estabilidade dos rebocadores: um guia prático para operações seguras. Tradução de Plínio Calenzo. Rio de Janeiro: Fundação Gente do Mar (FGMar), 2022. Capítulo 2.

11. CLARK, I. C. Mooring and Anchoring Ships: Principles and Practice. v. 1. London: The Nautical Institute, 2009. Chapter 6.

12. FRAGOSO, Otávio; CAJATY, Marcelo. Rebocadores portuários. Rio de Janeiro: C. I. Editora, 2002.

13. PIANC. Ship Dimensions and Data for Design of Marine Infrastructure. Brussels: The World Association for Waterborne Transport Infrastructure, 2022. Chapter 1, 2.

III - NAVEGAÇÃO EM ÁGUAS RESTRITAS

1. SWIFT, A. J.; BAILEY, T. J. Bridge Team Management: a practical guide. 2. ed. London: The Nautical Institute, 2004. Chapter 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7.

2. MIGUENS, Altineu Pires. Navegação: a ciência e a arte. Rio de Janeiro: DHN, [s.d.]. v.1 e v. 3. Disponível em: www.dhn.mar.mil.br. Capítulos 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 11, 12, 13, 14, 37, 38, 40

2. MIGUENS, Altineu Pires. Navegação: a ciência e a arte. Rio de Janeiro: DHN, [s.d.]. v.1 e v. 3. Disponível em: www.dhn.mar.mil.br. Capítulos 10, 42

3. INTERNATIONAL CHAMBER OF SHIPPING. Bridge procedures guide. 6. ed. London: ICS, 2022. Chapter 2, 3, 5, 6.

4. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. International Convention for the Safety of Life at Sea (SOLAS) – Consolidated Edition 2024. London, 2024. Chapter 5.

5. BENTO, Carlos Norberto Stumpf. Navegação integrada. 4. ed. Niterói: Claudio Ventura Comunicação, 2013. E-book desde 2022. Capítulos 1, 2, 3, 4.

6. NAYAK, Santosha K. Theory and practices of marine pilotage. [S.l.]: Amazon Digital Services LLC – KDP Print US, 2020.

7. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-202/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação Interior. Capítulo 11.

8. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-511/DHN – Navegação e Cartas Náuticas. Rio de Janeiro: Diretoria de Hidrografia e Navegação.

9. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-601/DHN – Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação.

10. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-602/DHN – Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS). Rio de Janeiro: Diretoria de Hidrografia e Navegação.

11. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Adoption of the revised performance standards for radar equipment. London: IMO, 2004. Resolution MSC.192(79).

12. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Revised guidelines for the onboard operational use of shipborne automatic identification systems (AIS). London: IMO, 2015. Resolution A.1106(29).

13. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Performance standards for electronic chart display and information systems (ECDIS). London: IMO, 2022. Resolution MSC.530(106).

14. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Guidelines for dynamic positioning system (DP) operator training. London: IMO, 2017. MSC.1/Circ.738/Rev.2, 16 June 2017.

15. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Guidelines for vessels with dynamic positioning (DP) systems. London: IMO, 2017. MSC.1/Circ.1580, 16 June 2017.

16. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea (COLREG). Consolidated edition 2018. London: IMO, 2003. Parts A, B, C, D, E.

17. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-501/DHN – Normas da Autoridade Marítima para Levantamentos Hidrográficos.

IV - LEGISLAÇÃO E REGULAMENTAÇÃO

1. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-201/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Embarcações Empregadas na Navegação de Mar Aberto. ART.: 7.1 a 7.3 e 7.10 a 7.14.

2. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-204/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Tráfego e Permanência de Embarcações em Águas Jurisdicionais Brasileiras.

3. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-302/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN).

4. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-311/DPC – Normas da Autoridade Marítima para o Serviço de Praticagem.

5. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-601/DHN – Normas da Autoridade Marítima para Auxílios à Navegação.

6. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-112/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Cerimonial da Marinha Mercante.

7. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-602/DHN – Serviço de Tráfego de Embarcações (VTS). Rio de Janeiro: Diretoria de Hidrografia e Navegação.

8. BRASIL. Lei nº 2.180, de 5 de fevereiro de 1954. Dispõe sobre o Tribunal Marítimo. Brasília, DF, 1954.

9. BRASIL. Lei nº 9.537, de 11 de dezembro de 1997. Dispõe sobre a Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (LESTA). Brasília, DF, 1997. (Texto atualizado).

10. BRASIL. Lei nº 14.813, de 15 de janeiro de 2024. Regulamenta a atividade de praticagem. Brasília, DF, 2024.

11. BRASIL. Decreto nº 2.596, de 18 de maio de 1998. Aprova o Regulamento de Segurança do Tráfego Aquaviário em Águas sob Jurisdição Nacional (RLESTA). Brasília, DF, 1998.

12. BRASIL. MARINHA DO BRASIL. Portaria nº 37/MB, de 21 de fevereiro de 2022. Estabelece a Estrutura da Autoridade Marítima e delega competências aos Titulares dos Órgãos de Direção-Geral, de Direção Setorial e de outras Organizações Militares da Marinha para o exercício das atividades especificadas. Brasília, DF, 2021.

13. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Convention on the International Regulations for Preventing Collisions at Sea, 1972 (COLREG): consolidated edition 2018. London: IMO, 2003.

13. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Performance standards for electronic chart display and information systems (ECDIS). London: IMO, 2022. Resolution MSC.530(106).

14. Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) relacionadas abaixo:

– Tábuas das Marés
– Cartas de Correntes de Maré
– Cartas Piloto.

14. Publicações Náuticas da Diretoria de Hidrografia e Navegação (DHN) relacionadas abaixo:

– Cartas Náuticas
– Carta 12.000 (Símbolos, Abreviaturas e Termos)
– Avisos aos Navegantes
– Roteiro
– Lista de Faróis
– Lista de Auxílios-rádio

15. Serviço de Busca e Salvamento Marítimo (SAR) no Brasil. (disponível em www.salvamarbrasil.mar.mil.br).

16. BRASIL. Lei nº 12.815, de 5 de junho de 2013. Dispõe sobre a exploração direta e indireta pela União de portos e instalações portuárias e sobre as atividades desempenhadas pelos operadores portuários. Brasília, DF, 2013. Capítulo I, IV e VIII.

17. BRASIL. Lei Complementar nº 97, de 9 de junho de 1999. Dispõe sobre as normas gerais para a organização, o preparo e o emprego das Forças Armadas. Brasília, DF, 1999. (Texto atualizado). Art. 17.

18. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Recommendations on training and certification and on operational procedures for maritime pilots other than deep-sea pilots. London: IMO, 2003. Resolution A.960(23), adopted on 5 Dec. 2003.

19. BRASIL. MINISTÉRIO DA DEFESA. Glossário das Forças Armadas: MD35-G-01. 5. ed. Brasília, DF: Ministério da Defesa, 2015.

20. BRASIL. MINISTÉRIO DA DEFESA. Política Nacional de Defesa. Brasília, DF: Ministério da Defesa, 2025.

21. BRASIL. Decreto nº 12.481, de 2 de junho de 2025. Institui a Política Marítima Nacional. Brasília, DF, 2025.

22. BRASIL. Decreto nº 2.256, de 17 de junho de 1997. Regulamenta a Lei nº 9.432, de 8 de janeiro de 1997. Brasília, DF, 1997.

23. BRASIL. Decreto nº 2.256, de 17 de junho de 1997. Regulamenta a Lei nº 9.432, de 8 de janeiro de 1997. Brasília, DF, 1997.

24. BRASIL. Lei nº 7.652, de 3 de fevereiro de 1988. Dispõe sobre o Registro da Propriedade Marítima e dá outras providências. Brasília, DF, 1988.

25. BRASIL. Lei nº 9.432, de 8 de janeiro de 1997. Dispõe sobre a ordenação do transporte aquaviário e dá outras providências. Brasília, DF, 1997. (Texto atualizado).

V - METEOROLOGIA, OCEANOGRAFIA E NAVEGAÇÃO

1. MIGUENS, Altineu Pires. Navegação: a ciência e a arte. Rio de Janeiro: DHN, [s.d.]. v. 3. Disponível em: www.dhn.mar.mil.br. Acesso em: 17 mar. 2026. VOLUME III Capítulo 45 – Noções de Meteorologia para Navegantes

2. YNOUE, R. Y.; REBOITA, M. S.; AMBRIZZI, T.; SILVA, G. A. M. Meteorologia: noções básicas. [S.l.]: Oficina de Textos, 2017.

3. LOBO, P. R. Valgas; SOARES, C. A. Meteorologia e oceanografia. 4. ed. Rio de Janeiro, 2019.

4. SANTOS, Edson Mesquita dos. Princípios de hidrodinâmica e ação das ondas sobre o movimento do navio. 1. ed. Rio de Janeiro: CONAPRA, 2021.

5. PIANC. Use of hydro/meteo information for port access and operations. Brussels: The World Association for Waterborne Transport Infrastructure, 2012. (Report, 117). Chapter 2, 3, 4, 5, 6.

6. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-701/DHN – Normas da Autoridade Marítima para as Atividades de Meteorologia Marítima.

VI - COMUNICAÇÕES

1. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. IMO standard marine communication phrases (SMCP). London: IMO, 2001. Resolution A.918(22), adopted on 29 Nov. 2001. 

2. BRASIL. Diretoria de Portos e Costas. MANUAL DO CURSO ESPECIAL DE RADIOPERADOR GERAL (EROG), – Rio de Janeiro.

3. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. International code of signals. London: IMO, 2005. 

VII - CONHECIMENTOS GERAIS

1. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO. Ship/port interface: list of publications relevant to the ship/port interface. London: IMO, 2025. FAL.6/Circ.14/Rev.2, 2 Apr. 2025.

2. CONSELHO NACIONAL DE PRATICAGEM – CONAPRA. Planejamento Portuário: Recomendações para Acessos Náuticos. Capítulos 2, 8.

3. PIANC – The World Association for Waterborne Transport Infrastructure. Harbour Approach Channels: Design Guidelines. Brussels: PIANC, 2014.

4. MARINHA DO BRASIL. NORMAM-224/DPC – Normas da Autoridade Marítima para Folga Dinâmica para Abaixo da Quilha.

5. INTERNATIONAL MARITIME ORGANIZATION – IMO – MSC.1/Circ.1598 – Guidelines on Fatigue. London: IMO, 2019.

6. LIVINGSTONE, Grant H.; LIVINGSTONE, George H. Shiphandling the beautiful game. v. 1. London: The Nautical Institute, 2025. Chapter 1, 3, 11, 12.

7. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS – ONU. Declaração Universal dos Direitos Humanos. Rio de Janeiro: ONU, 2009.

8. BRASIL. Decreto nº 2.508, de 4 de março de 1998. Promulga a Convenção Internacional para a Prevenção da Poluição Causada por Navios (MARPOL 73/78), de 1973, com o Protocolo de 1978.

9. STOPFORD, Martin. Economia marítima. 3. ed. Tradução de Léo Tadeu Robles e Ana Cristina Ferreira Castela Paixão Casaca. São Paulo: Blucher, 2017.

10. PIMENTA, Matusalém Gonçalves. Direito processual marítimo. 3. ed. Rio de Janeiro: Lumens Juris, 2020.